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alienação parental explicada

O quê leva alguém de cometer alienação parental?

Atualizado: 10 de out.

A resposta nas razões dos alienadores está difícil. O mundo não está preto ou branco. Se fosse as coisas seriam bem mais fáceis para entender. Infelizmente ela tem 50 tons de cinza, dos quais que nós percebemos apenas uns dois ou três. Cada situação está diferente e muito cuidado deve ser tomada a não chegar a conclusões prematuras.



Durante o processo de divórcio cada parceiro vai olhar pelos fatos vestida dos óculos das suas emoções. Mais forte que essas emoções estão, mais distorcida a imagem arrisca tornar-se.

A dor que um divórcio traz está insuportável. Não quer nem olhar nela. Admitir que tem culpa na situação não dá, pois implicará que você olha não apenas na sua dor, porém também na dor de quem você amava, e agora odeio tanto. Essa pessoa que foi tudo na sua vida não tem mais.

No meio de todo este dor, tem esta pequena alma que te olho com tanta tristeza nos olhos, com tanta carinho e tantas perguntas.

Mesmo enquanto a grande maioria dos alienadores são mulheres, nós não podemos esquecer que também homens, avós, tias e qualquer outra pessoa pode alienar alguém. Optamos de propósito de escrever o texto como se fosse você mesmo o alienador. Não porque está, ao contrário, porem porque a solução de qualquer problema se encontra dentro de você. Não tem como mudar uma outra pessoa, até menos um ex-parceiro alienador(a). O que consegue mudar e si mesmo. Somente se colocando no lugar do outro se encontra a humildade necessária para trazer a mudança em si mesmo.


Emoções principais

Durante a luta árdua que um divórcio traz, nos perdemos todos as certezas que tivemos construídas ao longo do tempo com nosso(a) ex-parceiro. A dor que tudo isso traz está tão intenso que parece que existe só ela. Ficamos sozinho no mundo. Não tem como entender como as coisas conseguiram chegar neste ponto, até menos explicar.

Aí nós começamos olhar para tudo que se aconteceu com olhos diferentes. Muitas, se não todas as pessoas sentem à um momento ou outro


Perda de ilusões

Quando nos iniciamos um relacionamento com alguém, nos parecemos de viver em uma nuvem rosa. Nós estamos felizes, cheio de sonhos e fazem planos pelo futuro. No momento do divórcio todos os nossos sonhos e ilusões se desfazem igual a fumaça de uma vela apagada. A única coisa que nos fica é olhar pela verdade, e ela não sempre está bonita.


Sentimento de rejeição

Mesmo a pessoa quem pediu o divórcio em primeiro instancia precisará se ajustar à nova realidade que a partir de agora, é cada um por si. Dentro da briga sobre a divisão dos bens e das crianças, acordos devem ser feitos quais não sempre seriam vantajosos para você. Essa pessoa que sempre ficou ao seu lado agora parece tão frio, tão calculada no que faz e não quer mais saber de você.



Sentimento de traição

Nos primeiros momentos do divórcio, nós ainda temos ilusões sobre o nosso ex-parceiro. Pode até fazer acordos verbais sobre o conduto que cada um pretende manter e o jeito com qual o acordo de divórcio seria celebrada. Tem a esperança que tudo vai se resolver de forma honesta sem muita briga. Porém rapidamente a balãozinho de nossos ilusões fica estourada quando as verdadeiras negociações começam em frente do advogado e juiz. Parece que apesar de todas as boas falas, você acaba com nada.


Sentimento de humilhação

Quando o ex-casal chega na mesa de negociação para determinar os termos do divórcio, cada um acaba perdendo. Nós não sempre conseguimos tratar o outro com o respeito que deveríamos e não sempre os nossas impressões do que e certo ou errado cabem com a realidade. Dependendo das esperanças de cada um e a forma que comunica com o outro, a dor que o processo de divórcio traz pode se transformar rapidamente em um sentimento de humilhação.


Sentimento de ser prejudicado por um tratamento cruel e injusto pelo ex-parceiro

Durante o casamento, muitas vezes um dos parceiros trabalha para sustentar a família enquanto o outro cuida da casa e as crianças. No momento do divórcio, tudo isso muda. De um momento por outro a situação se muda drástica e cada um está sendo jogada fora da sua zona de conforto.

O parceiro qual trabalhava começa a se perguntar porque e se ela deve continuar trabalhando para sustentar o ex-parceiro financeiramente. O parceiro qual ficou em casa seria forçada a buscar um emprego e como as contas não param, seria obrigada a aceitar qualquer um.


Perda de controle sobre a situação

Em um momento de grande mudança, nos temos a tendência de buscar o nosso zone de conforto. Isso é um processo natural, pois nos precisamos de tempo para nos ajustar na nova vida. Um parceiro qual pode te apoiar nesses momentos seria uma grande ajuda.

Durante um divórcio, este parceiro tão necessário não há mais. Nos perdemos todo e qualquer controle sobre a situação, pois o parceiro que tivemos, age exatamente oposto aos nossos necessidades. A perda do controle faz nos afastar de nosso zone de conforto e isso poderia causar raiva.


Perda de um parceiro

Não todos querem se divorciar. Em muitos casais a pedida para se divorciar vem de apenas um dos parceiros. Um divórcio traz uma dor igual que nos sentimos quando perdemos um parceiro pela morte. Só que nos não conseguimos lamentar por essa pessoa igual durante um velório pois a pessoa ainda está em frente à nos. Nem sempre a pessoa quem pediu o divórcio é a pessoa mais preparada. Apesar de todos os xingamentos vem a dor causada por o que nos ainda sentimos por essa pessoa.


Concorrência

Aonde os dois parceiros estavam trabalhando em uma certa união durante o relacionamento, agora se tornaram inimigos opostos um ao outro. No meio de tudo isso estão as crianças. Eles não pedem nada, fora que as brigas cessam. Porém pelos pais e mais, surge um medo. O quê se meu filho ou minha filha gostar mais do outro? Como é que o outro vai continuar criando os nossos filhos? Será que o meu filho ainda vai amar de min se eu estar mais estrito que o meu ex?


Substituição do ex-parceiro

Há casos aonde um genitor encontra um novo parceiro estabelece uma nova união. O ideal de uma união são pai, mai e filhos. Um ex-parceiro está sendo visto como uma falha, um fracasso. Nessa nova realidade um genitor pode optar para substituir o ex-parceiro pelo novo parceiro. Tudo seria feito para que as crianças vejam ele ou ela como o seu novo pai enquanto o pai biológica está sendo afastado o mais do que possível. Essa substituição do genitor biológico com o novo parceiro pode ser instigado tanto pelo genitor, tanto pelo novo parceiro qual poderia ver o genitor biológica como uma possível ameaça.

O genitor alienado está sendo visto como dispensável na vida das crianças, o que está absolutamente incorreto!


Sentimentos causadas pelas situações e emoções não resolvidas


Uma dor insuportável

Cada união entre duas pessoas traz esperanças, expectativas e sonhos. Na hora da ruptura do relacionamento, todos esses sonhos são estouradas e as esperanças ficam desatendidas. Tanto esforço parece ter feito por nada. Cada criança tem

traços dos seus pais. Seja na aparência, seja no caráter ou seu comportamento. Quando passa por um divórcio, a vontade existe em jogar tudo fora que tem a ver com o ex-parceiro. Obviamente você não joga fora seu filho, porém você também não quer ser lembrado ao seu ex-parceiro(a) através dele. Crianças são bem mais espertos do que nós achamos. Eles sintam muito bem os pais desejam e o que não. A mais ruim que um pai seja, seu filho sempre teria um amor e uma lealdade incondicional. Quando sua mãe fala mal de um traço que ela tem do pai, a filha aprende a apagar este traço. Pouco à pouco, a mãe ou o pai começa a apagar o outro pai e o filho segue. Apagando o seu ex-parceiro da sua vida até funciona por um certo tempo, porém não para todos, pois o filho acaba sendo apagando tanto que o ex-parceiro


Inveja do ex-parceiro

Um divórcio é um momento de grande perda, porém também de ressurgimento, de se reinventar e começar novamente. Não todos estão capazes de fazer isso da mesma forma ou com a mesma velocidade. O fato de ver o ex-parceiro se casar novamente, ser feliz e bem sucedida poderá causar uma dor imensa em você. Pois ainda tem alguma coisa dos sonhos e desejos do relacionamento acordada em você. Podia ter sida você feliz e bem sucedida na vida em vez do que ele ou ela.

A busca de erros no outro

Quando um casal se separa, as ilusões que tivemos sobre o ex-parceiro se estouram. A imensa dor que o divórcio traz consigo está quase insuportável. Durante um momento de tal dor, está muito difícil em olhar dentro de si mesmo e reconhecer os próprios erros. A reação natural de alguém ferido está de buscar a culpa da própria dos nos outros. Exatamente isso se acontece com o ex-parceiro. E mais que dói, mais tentamos buscar e encontramos erros no outro. Este processo pode se tornar um círculo vicioso do qual parece não ter saída.

Mais erros que encontra no outro, mais que fica convencida do próprio direito. Você se torna um pai superprotetor qual está convencida que está o único “bom” genitor e, em decorrência, investida da única boa autoridade capaz de educar as crianças.




Raiva e cólera

Raiva e nada mais do que a manifestação de uma dor imensa. Se separar dói. E como! Como foi possível de nunca ter visto tudo que não prestava nela? Como podia ter caída numa dessas tão fácil?

Continuar vendo os lados positivos do ex-parceiro está difícil dentro de tantas emoções. Aonde que nós viemos as qualidades dele ou ela, agora apenas aparecem os defeitos. E defeitos são lá para serem apagados. Não se importa o que o ex-parceiro faz, sempre está ruim. Neste caso o perigo existe que na sua percepção, seu ex-parceiro se tornou em um verdadeiro diabo contra qual as crianças devem ser protegidas. O afastamento das crianças do ex-parceiro está então sendo feito através de um sentimento genuína, porém falso.

Na realidade uma pessoa raramente se muda completamente ao redor de alguns meses. Se o ex-parceiro foi um bom pai durante o casamento, ele provavelmente continuará sendo depois, seja que manterá outras regras e normas do que você.

Vingança e retaliação

A imensa dor que um divórcio traz pode ser demais para alguém carregar. Olhar


por dentro de si e assumir a parte própria da culpa por toda a dor que o divórcio traz está impossível. A busca de um culpado então está iniciada e rapidamente concluída no óbvio culpado: o ex-parceiro. Se eu sofrer, que ele sofre também. Inicialmente esta vingança se expressa no processo de divórcio. Um pensão além das possibilidades do ex-parceiro está sendo exigida e vários ameaças estão sendo feitos. "Se você não pagar, vai preso!" Porém com o passar do tempo e o acabamento dos processos judiciais, as possibilidades para atingir o ex-parceiro(a) diminuem, até restar apenas um meio: as crianças. Aí, em uma tentativa de atingir o ex-parceiro começa se formar. Alienação geralmente não se manifesta de um dia por outro, porém pouco à pouco, dificultando o seu reconhecimento pela vítima e os serviços sociais.

Ciúmes do amor que a criança ganha do ex-parceiro

Não sempre nos estamos preparadas para perder alguém. Pode levar anos ou até uma vida para superar a perda de um parceiro. Se o parceiro tivesse morrida as coisas seriam simples. Lá seu filho estaria só com você e juntos conseguiremos lamentar sobre o amor perdida. Porém no caso de um divórcio seu filho continua vendo e amando o amor que você deseja tanto.


Desejo de contato com o ex-parceiro

Mesmo que um dos parceiros pede o divórcio se mesmo, ele ou ela pode não ser pronto para aceita-lo. O pedido para um divórcio pode ser um grito de ajuda por uma situação muito difícil do qual o ex-parceiro não vê mais saída. O divórcio parece um excito da situação e no começo com certeza seria. Por isso que nos primeiros dias após de pedir um divórcio, a briga não necessariamente estaria tão intenso. Porém quando chega o momento de decidir sobre os bens, as crianças, a casa,... as máscaras caiem e a situação rapidamente se torna um inferno maior do que durante o casamento. Pois enquanto ainda casado, ambos os parceiros conseguiam pôr um freio no comportamento do outro, enquanto agora está cada um por si. Essa nova realidade, no qual cada um tem que lutar por si, mesmo havendo um novo parceiro já, deixa o ex-parceiro em no que parece um buraco negro sem fundo. Neste momento de desespero poderia surgir um desejo consciente ou inconsciente em voltar pelo passado, pelo tempo que as coisas ainda deram certo. Porém o ex-parceiro(a) não tem mais como ser controlado e raramente buscaria contato. A única possibilidade de manter contato com o ex-parceiro está através da atenção negativa, através da briga. Igual uma criança qual não recebe a atenção qual ela precisa. Ela vai exigir atenção. Se não positivamente, que seja no negativo. Aí a ex-parceira começa buscar razões para brigar. Ela vai por exemplo vestir as crianças em roupas inadequadas, ou recusa levar eles pelo cabeleireiro, descumpre o horário das visitas,... Tudo com o intuito de entrar em uma briga com o ex-parceiro qual inicialmente atendera à esta demanda. O perigo está no caso em qual o ex-parceiro recusa a entrar na briga, forçando a ex-parceira a tomar medidas mais drásticas para captar a sua atenção. Aí existe até o risco de agressão física ou outro nas crianças.



Desejo de deter o amor do filho para si só

Igual que nós brigamos para sair com o máximo de bens do divórcio, pensando que o outro não merece mais nada, algumas pessoas nem querem compartilhar o amor dos seus filhos com ninguém.

O ex-parceiro nem está mais digno ou merecedor do afeto e amor dos seus filhos. Uma pessoa qual te causou tanta dor simplesmente não pode ser bom. O vínculo com o filho poderia se tornar tão forte em todo este processo que pelo parente alienador, deixar o filho com o ex-parceiro parece como um parte do próprio corpo está sendo arrancado.


Outras possibilidades ou sentimentos

Sentimento de posse sobre as crianças

O fato de obter a guarda das crianças, seja de fato ou a guarda legal, pode fazer que este genitor se sente “dono” das crianças, como se fossem um bem material igual um carro ou uma casa. A partir deste momento, essa pessoa pensa que o outro genitor não tem mais nada a falar sobre a educação das crianças. Pois se fosse diferente, ele ou ela não teria abrindo a mão da guarda, certo?


Falta de comunicação

Como sempre, uma boa comunicação e a chave de qualquer relacionamento. Infelizmente, o processo de divórcio e um dos momentos aonde a comunicação da a mais errada. Superadas pelos feridos, nos falamos coisas que não deveremos falar e mais do que nunca, nos perdemos a capacidade de nos expressar.


Instigação da litigiosidade pelo advogado

O advogado deveria ser o primeiro mediador em todo o processo litigioso. Um bom advogado seria mais psicólogo do que experto em direito e consegue descobrir as verdadeiras desejas e problemas do seu cliente.

Infelizmente há também advogados que gostam de brigar. Apesar de tudo, não é a função deles? Um advogado quem briga muito pode ser chamado de advogado beligerante.

Ele ou ela pode usar a fraqueza emocional do seu cliente para instigar a briga ainda mais, com o objetivo de abrir mais causas ainda no fórum e assim poder faturar mais. Está claro que um tal advogado não está agindo em prol do seu cliente, porém também tem clientes que buscam uma tal pessoa. Pois o advogado beligerante alimenta o sentimento de injustiça qual está sendo causada no seu cliente e deixa ele ou ela na fantasia que tudo que pensa é verdadeira. Um advogado beligerante podem usar calúnia contra o outro parte e até fazer falsas denúncias.

Conclusão


Os exemplos acima são apenas algumas razões pelos quais uma pessoa poderia cometer alienação parental. As razões podem ser um dos mencionadas aqui, uma combinação ou até totalmente diferente. A grande constante está a imensa dor que a separação causa nas pessoas e a impossibilidade de lidar com ela. Com a visão perturbada pelas emoções tão intensas, a pessoa não consegue mais enxergar as coisas como são.

Neste mundo há apenas duas coisas quais se multiplicam por mais que nos espalhamos. A primeira é o amor. Mais que nós compartilhamos o nosso amor pela vida, pelos outros, a mais amor que nos receberemos em volta. O lado contrário da medalha seria a dor. Uma tentativa de passar dor para frente está fácil de fazer e traz um certo satisfação, porém nunca conseguira tirar a própria dor. Mesmo que você não ama mais aquela pessoa com você passou os dias juntos, lembre-se que um dia amava e que isso não foi por engano. A compaixão está uma tarefa árdua para aprender, porém está o único caminho para uma resolução do conflito. E se alguém deveria fazer o primeiro passo, que seja você. Pois você controla os seus passos enquanto nunca controlará mais os passos do ex-parceiro.


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